Quem organiza

 

A Olimpíada é organizada por 4 organizações sem fins lucrativos:

Instituto Ekloos: O Instituto Ekloos é uma associação sem fins lucrativos, fundada em 2007, com sede no Rio de Janeiro, com o objetivo de ajudar o fortalecimento institucional de projetos socioculturais. A ideia de fundar a Ekloos surgiu da necessidade que os projetos socioculturais têm de capacitarem suas equipes e de estruturarem seus processos, além de se articularem em rede, fortalecendo suas atividades. Além de trabalhar na gestão de ONGs, o Instituto Ekloos desenvolve desde 2007 a Olimpíada Solidária, projeto de incentivo a leitura realizado dentro de bibliotecas públicas e privadas e a produção de eventos integrando diversas linguagens culturais e manifestações artísticas.

Coopera ONGD. Juventude para a Cooperação para o Desenvolvimento Internacional é uma entidade formada por pessoas com diferentes pensamento político, religiosa e cultura unidos por uma missão comum: tentar melhorar o mundo através da educação. A partir de 1994 dedicam-se a projetos de cooperação para o desenvolvimento, especialmente no campo da educação, formação profissional, em países da África e da América Latina. Na Espanha, promove atividades de sensibilização, Educação para o desenvolvimento e voluntariado como a Olimpíada Solidária.

Cooperación Internacional ONG (CI) É uma organização sem fins lucrativos espanhola, fundada em 1993. Seu principal objetivo é promover o voluntariado e participação social dos jovens na ajuda aos necessitados, convencido de que “uma atitude solidária dos jovens de hoje pode construir uma sociedade melhor no futuro”.

ACTEC Foi fundada em 12 Outubro 1982 e reconhecido 1983 como ONG de desenvolvimento, tanto pelo Governo da Bélgica como pela Comissão Europeia. Seu principal objetivo é promover o desenvolvimento, trabalha principalmente na América Latina, África e Líbano. “Um trabalho para todos” é o seu lema. A associação apoia projetos de formação técnica e profissional, principalmente com pobres e marginalizados, nos países em desenvolvimento. ACTEC presta especial atenção para os problemas das mulheres, muitas vezes marginalizados, e dos jovens que não têm acesso à formação profissional de qualidade.

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